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18/11/2008 - 08h12 |
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"SER DESLEAL É DAR FLORES COM ESPINHOS"
Em Mt 26,47-56= Mc
14,43-52= Jo 18,1,11 , do Novo Testamento, reza: "Ele ainda falava quando
apareceu uma multidão de gente; e à testa deles vinha um dos Doze, que se
chamava Judas. Achegou-se de Jesus para o beijar. Jesus perguntou-lhe:" "Judas,
com um beijo trais o Filho do homem!" Judas a partir de então passou a ser
sinônimo de amigo falso, traidor. Jesus Cristo era filho de Deus sabia que seria
traído, diferentemente, de nós os humanos, que somos apunhalados pelas costas.
Segundo a psicoterapeuta, Olga Inês Tessari, são vários os fatores que levam à
traição: questões culturais, carências, insatisfação em relação a desejos e
expectativas com o (a) parceiro (a), vingança, a busca pelo novo, o estímulo
provocado pela sensação de perigo, ou mesmo do poder.
Os homens
acreditam que a infidelidade masculina faz parte de sua natureza poligâmica. A
poligamia vem dos tempos bíblicos, quando, mesmo, o patriarca, Abrãao, por ser
Sara, sua esposa, estéril, norma que quando esse fato ocorresse, para assegurar
a descendência, o homem poderia tomar uma outra mulher, Abrãao foi pai de
Ismael, com Agar, serva de Sara. Aos cem anos, tendo Sara, noventa, foram pais
de Isaac, uma promessa de Deus. Vale destacar-se que os anos não eram contados
no calendário gregoriano atual, introduzido em 1582.
Em muitas culturas
ocidentais e no Brasil o regime matrimonial é monogâmico, apesar, da hipocrisia
reinante. A mulher brasileira, durante centena de anos foi escrava no casamento,
sem direitos civis, sem liberdade, pagando sozinha pelo adultério que era
considerado crime, quando, a fidelidade era exigência para ambos os cônjuges.
A lei 11.106/2005, que revogou o artigo 240, sancionada pelo presidente, Lula,
passou a não mais considerá-lo crime, os direitos e deveres da união estável ou
formal considera o desrespeito como motivação jurídica para a separação em ambos
os sexos. A mulher passou a ter uma liberdade nunca conhecida e necessita de
idoneidade para saber usá-la adequadamente e não fazer o que os, homens,
professores na matéria, lhes ensinaram por muitos tempos. Obviamente, a traição,
quer seja masculina ou feminina, ocasiona a mesma forma de repúdio e decepção.
Por que não sair do relacionamento, amistosamente, por que sustentar uma
situação que lhes oprime? Por que as religiões cristãs consideram o matrimônio
indissolúvel e não impedem os fatos corriqueiros que a sociedade
registra.
A liberação feminina é tentada desde 1857, quando Gustave
Flaubert, escritor francês, publicou, Madame Bovary, quebrando os cânones
românticos e introduzindo o Realismo. Foi um escândalo na época, ele respondeu a
vários processos sendo liberado em todos. Emma Bovary, ambiciosa, casada, com um
simples médico de aldéia, sonhava com a fama e a vida social. Arruma uma amante,
depois de não dar certo esse amor, se entrega a outro bem mais jovem que não tem
coragem de assumir. Emma se suicida e deixa claro que prefere morrer a enfrentar
os problemas.
A psicóloga, brasileira, Ana Maria Zampieri, assegura:" A
responsabilidade pela traição não é só do traidor, pois essa atitude,
geralmente, está relacionada à completa dinâmica da vida a dois..."
E
quando a traição vem de amigos? Li, numa página de msn de uma amiga: "Amigos não
traem, inimigos se revelam".
A traição de uma amizade pode ser tão
traumatizante quanto a do amor. A um amigo(a) se abre a alma, conta-se segredos
íntimos, a convivência habitual torna-se fraterna. Espera-se muito da amizade,
até que um dia, o egoísmo, a exploração, quando aquele (a) com quem conviveu por
tanto tempo já lhe proporcionou o que almejava, a inveja, lhe dão uma rasteira
mortífera e, como no amor, leva tempo para recuperar-se do
trauma.
Portanto pergunto-lhes a quem ler esta matéria: Quanto pesa uma
traição?
Consultas: Bíblia Sagrada- Ave Maria.
http//pt.wikipedia.org/wiki/Trai%C3%A3o
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03/11/2008 - 12h58 |
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Com a redemocratização do país foram eleitos em 1948, o prefeito, Isidoro Machado Britto e o vice-prefeito, Acelino Coelho de Rezende, eleitos no pleito de 29.02 e empossados em 21.04, datas do mesmo ano, permanecendo até 31.01 de 1951.
1951/1955-Tomam posse em 31.01, o prefeito, Aderson Alves Ferreira e o vice, Raimundo d'Aguiar Freitas, eleitos em 03.10.1950, permanecendo no cargo até 31.01.1955.
1955/1959- Assumem o prefeito, Joaquim Canuto de Melo e o vice, Jerônimo Bezerra de Melo, eleitos em 03.10.1954. Em 13.07.1957, o prefeito, Joaquim Canuto de Melo, falece num desastre rodoviário, próximo a Altos, assumindo o vice-prefeito, Jerônimo Bezerra de Melo, permanecendo até 31.01.1959.
1959/1963- Tomam posse, em 31.01.1959, os candidatos eleitos em 03.10.1958, Aderson Alves Ferreira e José Chagas de Medeiros, permanecendo até 31.01.1963. O prefeito, Aderson Alves Ferreira, sofre forte oposição na Cãmara Municipal que lhe decreta o "impeachment", numa ação dos vereadores, Antônio Monteiro Alves e Antônio Bezerra de Melo, retornando ao cargo graças ao mandado de segurança que impetrou.
1963/1967- O prefeito, Antônio Monteiro Alves e o vice, Antônio Bezerra de Melo, eleitos em 03.10.1962, tomam posse em 31.01.1963. Em 14.08.1966, renuncia o vice-prefeito, Antônio Bezerra de Melo e, em 12.09 do mesmo ano, o prefeito, Antônio Monteiro Alves, para candidatar-se à Assembléia Legislativa. Assume o presidente da Cãmara Municipal, Cícero Medeiros, permanecendo até 18.01.1967 quando assume, o interventor, ten.cel, Antônio de Andrade Poti, permanecendo frente ao Executivo piripiriense até 31.01 do mesmo ano.
1967/1971- Em 31.01.1967, assumem, Aderson Alves Ferreira e Gerardo Elias de Aguiar, eleitos no pleito de 15.11.1966, permanecendo até 31.01.1971.
1971/1973- Assumem em 31.01.1971 os candidatos eleitos no pleito de 15.11.1970, Jônatas Melo e João Bandeira Monte. De 16.06 a 03.07.1971, assume, João Bandeira Monte, em substituição, ao prefeito, Jônatas Melo. Permaneceram frente ao executivo piripiriense até 31.01.1973.
1973/1978- Eleitos, em 15.11.1972, tomam posse em 31.01.1973, o prefeito Antônio Ferreira Neto e o vice , Felinto da Silva Rezende que faleceu durante o mandato. O prefeito permaneceu no cargo até31.01.1978.
1978/1983- Assumem, em 31.01.1978. o prefeito, Jônatas Melo e o vice, Simplício Pérez, eleitos em 15.11.1977, permanecendo até 31.01.1983.
1983/1989- Eleitos em 15.11.1982, o prefeito, Luiz Cavalcante e Menezes e o vice, Ariosvaldo Mendes de Assunção, em 01.01.1983, permanecendo até 01.01.1989.
1989/1993- Tomam posse em 01.01.1989, eleitos em 1988, o prefeito, José de Arimatéa de Melo Rodrigues e o vice, Odival José de Andrade, permanecendo até 01.01.1993.
1993/1997- Tomam posse em 01.01.1993, eleitos em 1992, o prefeito, José Pinto de Mesquita e Valdecy José de Sousa, permanecendo até 01.01.1997.
1997/2005- Tomaram posse, em 01.01.1997, o prefeito, Luiz Cavalcante Menezes e o vice, José de Arimatéa Souza. Reeleitos, em 2000, tomaram posse em 01.01.2001. O vice, José Arimatéa Souza, faleceu durante o mandato. O prefeito, Luiz Menezes, permaneceu até 01.01.2005.
2005/2009- Eleitos em 2004, o prefeito, Odival José de Andrade e o vice, Luiz Pereira de Oliveira, permanecerão até 01.01.2009 quando tomarão posse o prefeito, Luiz Cavalcante Menezes e o vice, Eutrópio Monteiro Alves, eleitos em 05.10.2008.
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01/10/2008 - 22h24 |
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O Conselho Municipal do antigo povoado de Peripery foi instalado em 14. 01.1875, sendo eleito o vereador, ANTONINO ALVES DE OLIVEIRA LOPES, chefe do Executivo e Legislativo, segundo legislação da época que rezava que o presidente do Conselho seria também do Executivo, exercendo o poder até 08.02.1877. A Vila de Peripery foi criada pela Resolução 849 de 16.06.1875, estabelecida em 18.09 do mesmo ano. De 08.02.1887 a 07.01.1881 coube a presidência a ONOFRE JOSÉ DE MELO ; de 08.01.1881 a 07.01.1882 ao cap. JOSÉ JOQUIM DA SILVA REBELO; de 08.01.1882 a 31.12.1885 ao cel. ESTÉVÃO RABELO DE ARAÚJO SILVA; de 08.01.1886 a 21.12 do mesmo ano, a GAUDIOSO DE SOUZA MEMÓRIA e de 08.01.1887 a 10.02.1890 ao cel. ESTÉVÃO RABELO D'ARAÚJO E SILVA.
Com a Proclamação da República, em 15.11.1889, foram nomeados pelo então governador do Estado do Piauí, Gregório Taumaturgo de Azevedo, o senhores: cel. THOMAZ REBELLO D'OLIVEIRA CASTRO, cel. ANTÕNIO COELHO DE REZENDE, cel. ESTÉVÃO RABELO DE ARAÚJO E SILVA e alferes, JOÃO DE FREITAS E SILVA para compor o Conselho de Intendência, sob a presidência do primeiro, que assumiu no dia 13.02.1890 a 06.02.1891;
07.02.1891 a 07.10 do mesmo ano: NELSON FRANCISCO DE CARVALHO;
07.10.1891 a 31.12.1892: JOÃO PAULO DA SILVA RABELO.
A Lei nº 13, de 25.06.1892, criou os lugares de Intendente e Vice- Intendente como chefes do Executivo Municipal.
INTENDENTES E VICES- QUADRIÊNIOS:
1893/1896- cel. ANTÔNIO COELHO DE REZENDE E ANTONINO ALVES DE OLIVEIRA LOPES;
1897/1900- alferes.JOÃO DE FREITAS E SILVA JOSÉ ALBINO DE ARAÚJO E SILVA;
1901/1904-cel. ANTÔNIO COELHO DE REZENDE E JOSÉ ALBINO DE ARAÚJO E SILVA;
1905/1908-cel. THOMAZ REBELLO D'OLIVEIRA CASTRO E NELSON COELHO DE REZENDE;
1909/1912- cel. THOMAZ REBEELO D'OLIVEIRA E CASTRO E alferes. JOÃO DE FREITAS E SILVA;
1913/1916-cel.THOMAZ REBELLO D'OLIVEIRA CASTRO E alferes, JOÃO DE FREITAS E SILVA;
1917/1920-Dr. JOSÉ HIGINO DE SOUZA E alferes, JOÃO DE FREITAS E SILVA;
1921/1924-cel THOMAZ REBELLO D'OLIVEIRA CASTRO E alferes. JOÃO DE FREITAS E SILVA;
1925/1928-DOMINGOS COELHO DE MELO REZENDE E alferes. JOÃO DE FREITAS E SILVA;
1929/1932- cel. THOMAZ REBELLO D'OLIVEIRA CASTRO E ADERSON ALVES FERREIRA.
Com o golpe de Getúlio Vargas em 1930 e a queda de Washington Luiz Pereira de Souza, governou o prefeito nomeado, NELSON COELHO DE REZENDE, ATÉ 1934. No Estado Novo não houve vice-prefeitos.
PASSOU A DENOMINAR-SE PREFEITO E VICE-PREFEITO A PARTIR DE 1925.
PREFEITOS (NOMEADOS) QUADRIÊNIOS:
1935/1936- FRANCISCO JUSTINO DE SOUZA MEDEIROS.
1936/1937-LICÍNIO DE BRITO MELO ( Licenciado em 20.10.1937 passa a administração ao vereador, MARTINHO JOSÉ DE SOUZA);
03.12.1937- assume, NELSON COELHO DE REZENDE, ( afastou-se do cargo para quitar-se com o Serviço Militar- no período de 25.06 a 10.07.1938,sendo substituído pela funcionária municipal, FRANCISCA MELO; reassume, NELSON COELHO DE REZENDE até 21 de novembro de 1945;
1945/1946- ADERSON ALVES FEREIRA;
De 03.04.1946 a 04.05.1947- JOAQUIM CANUTO DE MELO.
De 05.05.1947 a 16.01.1948- JOÃO COELHO DE REZENDE.
De 16.01.1948a 21.04 do mesmo ano: JOÃO BANDEIRA DE REZENDE.
FONTES:
Santana, Juduth, Piripiri.
Melo, Cléa Rezende Neves de, Memórias de Piripiri.
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18/09/2008 - 06h57 |
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Segunda Parte
IRACEMA- "a virgem dos lábios de mel que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira", é uma criação literária do escritor cearense, José de Alencar, romance com personagens reais, como o português, Martim Soares Moreno, e o índio Poti, que depois adotou o nome de Antônio Felipe Camarão e, fictícias, baseadas na vida dos indígenas. O romance é considerado um "poema em prosa" é também a história de guerras entre as tribos inimigas, Tabajaras e Pitiguaras. Iracema se apaixona por Martim e lhe oferece o vinho de Tupã; enquanto esse imagina estar sonhando, Iracema torna-se sua esposa. Martim recebeu o nome indígena de Coatiabo, o filho de ambos se chamou Moacir ( nascido do meu sofrimento). Consumida pela saudade do marido que partira para batalhas, Iracema veio a falecer sendo enterrada ao pé de um coqueiro que recebeu o nome de Ceará. Moacir foi viver em Portugal com o pai, sendo o primeiro cearense a emigrar. Iracema é uma anagrama da palavra América.
OLGA BENÁRIO PRESTES- judia, filha de um advogado alemão com idéias avançadas, Leo Benário e de uma dama da alta sociedade que não apoiava a escolha da filha que entrara aos 15 anos para a Juventude Comunista. Foi presa por traição em 1926, liberada pouco tempo depois. Em 1928 lidera uma investida para liberar o companheiro, Otto Braun. Em 1934 acompanha o líder comunista brasileiro, Luiz Carlos Prestes, ao Brasil e que mais tarde lideraria a Intentona Comunista, de 1935. Ao longo da viagem, para despistar a curiosidade, passaram por marido e mulher vindo a apaixonar-se. Fracassada a Intentona foram presos separados. Grávida de sete meses, Olga, luta para ter a criança no Brasil mas o governo Vargas para vingar-se de Prestes a entrega a Gestapo, polícia nazista alemã, ficando presa na prisão feminina de Barmistrasse. Quando Anita Leocádia Prestes completou 14 meses foi retirada da mãe e entregue à avó paterna, Leocádia Prestes.Anita foi levada à câmara de gás em Bemburg onde foi executada.
MARIA JOAQUINA DOROTÉIA DE SEIXAS BRANDÃO- MARÍLIA DE DIRCEU- Tomás Antônio Gonzaga, formado em Direito pela Universidade de Coimbra, em 1782, aos 38 anos, retorna ao Brasil como Ouvidor de Vila Rica, hoje, Ouro Preto, posteriormente nomeado desembargador para a cidade da Bahia( Salvador). Adaptado a Vila Rica adiou o quanto pode a transferência, enamorado de uma adolescente, Maria Joaquina Dorotéia de Seixas Brandão. Nos moldes da época, o Arcadismo, cria uma pastora, Marília e um pastor, Dirceu. Preso no Rio de Janeiro por estar envolvido no Conjuração Mineira, em 1792, sai a primeira parte do livro de amor que iniciara em Vila Rica: "Marília de Dirceu". A segunda parte saiu em Moçambique, na África, para onde fora desterrado. Lá se casa com uma analfabeta rica. O poema de amor que é Marília de Dirceu acha-se dividido em unidades chamadas liras, adota a tópica do Carpe Diem (curtir o momento presente), bucolismo, mitologia, nativismo nos moldes do Arcadismo de Minas Gerais.
LIRA XVIII DE MARÍLIA DE DIRCEU ( À MARIA JOAQUINA DOROTÉIA DE SEIXAS BRANDÃO): " Eu, Marília, não fui nenhum vaqueiro,/ fui honrado pastor da tua aldéia;/ vestia finas lãs e tinha sempre/ a minha choça do preciso cheia./Tiraram-me o casal e o manso gado,/ nem tenho a que me encoste um só cajado".
JULIETA CAPULET- entre todas as lendas que falam do amor romântico sem dúvidas, Romeu e Julieta é uma das mais apaixonantes. Retirada da pena imortal de William Shakespeare, Julieta, da família Capulet e Romeu dos Montagues, rivais e inimigas desde muitos anos, motivo que não os impossibilitou de enamorar-se. Muitos equívocos, controvérsias, desencontros não impediram o amor verdadeiro. A história se passa em Verona, na Itália. Conheceram-se numa festa. Um dia , Julieta, conta às estrelas que tem um amor proibido. Romeu, escondido, escuta e, também, se declara. Com a ajuda de Frei Lawrence, os jovens casam-se secretamente. O pai de julieta desconhecendo a situação resove casá-la com o jovem Paris. O frade amigo aconselha-a a concordar com o matrimônio e, na manhã do casamento, o religioso lhe dá uma porção que preparara para que parecesse morta. Sabedor da falsa morte da amada, Romeu entra no jazigo onde se encontrava a moça, toma veneno e morre. Julieta ao acordar vê o seu amor morto apanha-lhe o punhal e mata-se porque não existe mais razão para viver. As duas famílias diante da tragédia tornam-se amigas.
Poderíamos, ainda falar de tantos romances célebres, heróínas que se notabilizaram por esses amores imortais tais como: Desirée, o amor de Napoleão, Guinevere e Lancelot, Abelardo e Heloísa, Tristão e Isolda e mulheres anônimas, no cotidiano enobrecem o amor, muitas vezes amam o mesmo homem por toda a vida e por ele são capazes do mais heróico sacrifício. Como escreveu o célebre poeta francês, Victor Hugo: "O HOMEM É UM TEMPLO/ A MULHER UM ALTAR/ DIANTE DO TEMPLO NOS DESCOBRIMOS/ DIANTE DO ALTAR NOS AJOELHAMOS".
Fontes: http://fredb sites uol.com br/iracema, html
http:/www.iavmemoniardim.com.br/olga/
Rodrigues, A. Medina, Castro, Dácio A. de, Teixeira, Ivan P- Antologia da Literatura Brasileira, textos comentados, volume I- marco editorial
http://www.netsaber.com.br/resumos/ver_resumo_c_1177.html
Cléa Rezende
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27/08/2008 - 20h17 |
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PRIMEIRA PARTE
Muitas histórias narradas , escritas ou oral, de caráter maravilhoso são fatos históricos fantasiados pela imaginação popular ou poética, outras, reais, de grandes epopéias ou feitos heróicos, protagonizados por donzelas guerreiras e românticas, vestidas de roupas msculinas com o intuito de honrar a pátria, família ou por outros nobres ideais, ilustrando a história dos povos, lutando em campos de batalhas ou, simplesmente, inspirando ou vivendo grandes amores.
Registra a história brasileira que uma certa ANTÔNIA, em 1600, disfarçada de homem e usando o nome de Antônio Rodrigues, serviu, como soldado, no norte da África, por cinco anos, lutando contra os mouros com mostra de grande valentia e destemor. Foi obrigada a renunciar aos trajes masculinos para fugir das investidas de algumas damas apaixonadas.
MARIA ÚRSULA DE ABREU LENCASTRE, carioca,nascida em 1682, adotou o nome de Baltasar do Couto Cardoso, em1700, embarcando para Lisboa com o propósito de combater na Armada Portuguesa, como cabo, no baluarte da Madre de Deus, na fortaleza de Chauí. Após distinguir-se em várias batalhas revelou a sua condição feminina, em 1714, recebendo, mesmo assim, grandes honrarias por parte de el-rei, D. João V.
ANITA GARIBALDI - ( Ana Maria de Jesus Ribeiro), catarinense, companheira do revolucionário, Giuseppe Garibaldi, conhecida como "Heroína dos dois Mundos", mulher forte, corajosa, participou com Garibaldi nos combates realizados em Santa Catarina, Montividéu (Uruguai) e Itália; um exemplo de dedicação e destemor.
MARIA BONITA- ( Maria Gomes de Oliveira), baiana, seguiu Lampião por amor. Conheceu-o , quando separada do marido, vivia em companhia dos pais, estes, grandes admiradores do cangaceiro. Quando Virgulino Ferreira-( Lampião), reencontrou a moça foi paixão à primeira vista, resultando numa história de grande amor e lutas no cangaço. Maria integrou o bando, por oito anos, até a sua degolação pela Volante em 1938.
CHIQUINHA GONZAGA- ( Francisca Edwiges Neves Gonzaga), carioca, compositora, autora teatral e pianista, filha de um general do Exército Imperial e de uma mulata,casou-se por imposição familiar, com Jacinto Ribeiro do Amaral. Não suportando o autoritarismo do marido que a impedia a evoluir-se na música, já compositora, abandona-o, levando os filhos. Em 1867, envolveu-se com o engenheiro, João Batista que também não lhe permitia dedicar-se à musica. Separada mais uma ves, ministrou aulas de piano para sustentar os filhos.Teve muito êxito como compositora de polcas, valsas, tangos e cançonetas e o famoso Abre Alas, marchinha de carnaval. No teatro compôs música para 77 peças, em destaque a opereta de costumes: " A Corte na Roça" e "Forrobodó". Muito conhecida em Portugal onde escreveu músicas para autores locais.
JOANA D'ARC- (Jeanne d'Arc), mártir francesa , queimada viva numa fogueira sob a acusação de bruxaria, em 1431, deu a vida pela pátria. No episódio conhecido como a "Libertação de Orléans", ela comandou um exército de 4.000 homens, conseguindo a vitória. Vestia-se de homem. Séculos mais tarde foi proclamada Mártir pela Pátria e pela Fé.
Entre as mulhes famosas poderíamos citar,ainda, MARIA QUITÉRIA, JOANA ANGÉLICA, ANA NÉRY, MARIA ÚRSULA, BÁRBARA HELIODORA, MADRE TERESA DE CALCUTÁ E IRMÃ DULCE, entre outras que, em diversos campos humanos, destacaram-se me benefício da humanidade.
E AS MULHERES ANÔNIMAS, pobres, sustentando muitas vezes família nemerosa, ganhando o salário-mínimo ou menos, espancadas pelos companheiros ( olha a Lei Maria da Penha), na labuta diária no campo, em casas de família, catando lixo, ou outras atividades, são heroínas desconhecidas neste imenso Brasil de tantas injustiças sociais.
Por Cléa Rezende
FONTES: http://maiomoço.com/pt/canto_maior_temaaaaaaaas musicais_3, htlm;
MARKUN, PAULO, Anita Garibaldi: uma heroína brasileira, 4ª edição, São Paulo, Senac, 2000.
http//pt.wikipedia.org/wiki/Chiquinha Gonzaga.
http//pt.wikipedia.org;wiki/Joana _d'Arc.
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