George Mendes é graduado em publicidade e propaganda pela faculdade Ceut. Louco por comunicação, são-paulino fanático e apaixonado por música. Trabalha com design gráfico, webdesign, edição de vídeos, eventos e outras coisas mais!
Já se foi noticiado diversas vezes sobre as possíveis e nunca provadas conexões entre o uso intensivo de celulares e o câncer em seres humanos. para ter uma idéia do que discutimos aqui, leia celulares e câncer: a discussão recomeça, que precedeu radiação e [ou melhor, em] você e que foi seguido por celulares e câncer [de novo]. neste último, falamos de um texto do theage, que cita um dos grandes neurocirurgiões da austrália:
Vini Khurana, who conducted a 15-month “critical review” of the link between mobile phones and malignant brain tumours, said using mobiles for more than 10 years could more than double the risk of brain cancer.
O que ele e seus colegas esperavam era que a exposição intensa ao “celular” aumentasse os efeitos do mal de alzheimer, mas o que aconteceu foi exatamente o contrário: mesmo com alzheimer, ratos “banhados” por radiação de celulares mostraram ser tão capazes, em testes de raciocínio e memória, quanto ratos saudáveis. por que? aparentemente porque a radiação celular controla [ou zera] o nível de beta amilóide no cérebro, diminuindo e até revertendo os efeitos da doença.
resultado? arendash acredita que é preciso investir em um novo campo da neurociência, o de efeitos de longo prazo do eletromagnetismo na memória. pode ser. e pode ser que a radiação de celulares seja mesmo benéfica para seres humanos com alzheimer.
como a doença é letal, de causas e progressão ainda não completamente determinadas, e não há tratamento efetivo conhecido, uma ou duas horas de celular por dia pode ser um procedimento relevante para quem sofre de alzheimer. no mínimo, o paciente ficará conectado, por muito mais tempo, a pessoas, grupos e fatos que podem lhe interessar, enquanto se descobre se o tratamento é mesmo efetivo em seres humanos ou não.
Todos sabemos que a audiência das TV’s significa o conjunto de pessoas que estão assistindo determinada emissora. Porém, não se tem um cálculo exato, é , na verdade, um número relativizado, o qual é traduzindo em pontos.
A audiência pode ser calculada com base nos domicílios, ou pela audiência individual. Mas o que quase ninguém sabe é que apenas uma pequena parcela dos aparelhos de TV é referência para o cálculo da audiência, ou seja, se na sua casa não tiver o aparelho do Ibope, você não contribuirá com a audiência de nenhuma emissora.
Mas que aparelho é este? O Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) utiliza o peoplemeter – um pequeno aparelho instalado em determinadas televisões que registra o horário em que a TV é ligada e desligada, os canais assistidos, as trocas de canais e o tempo gasto em cada emissora.
Segundo o Ibope, são cerca de 6 mil aparelhos instalados em mais de 3000 residências(algumas com mais de um) nas principais cidades do país. Na cidade de São Paulo, existe um diferencial já que as informações são enviadas simultaneamente via rádio podendo, assim, saber qual a audiência de cada estação na mesma hora (é o chamado real time).
Esse real time serve para que as emissoras direcionem suas programações. Nas demais regiões, as informações são passadas via telefone ao final de cada dia.
Segue o interessante anúncio de oportunidade da Indaiá comemorando a vitório do Rio para sediar as olimpíadas de 2016. Boa sacada e boa maneira de vincular a marca a um raro momento.
O projeto BlackPixel em instalar um pequeno quadro preto em computadores e notebooks de todo o mundo. Você instala um simples programinha e estará contribuindo de forma real para a economia de energia no mundo.O próprio Blackpixel te dá informações atualizadas sobre o andamento do projeto, pra você ter uma idéia, até agora foram economizado 410200 Watts, o mesmo que 3418 Microcomputadores desligados durante 1 hora. Eu já instalei o meu. Veja o vídeo como funciona:
Como muitos sabem, no dia 7 de agosto, em todo o estado de São Paulo, entrou em vigor a lei antifumo, que impede que as pessoas fumem em ambientes fechados. E isso provocou muita discussão entre os que fumam, alegando que não existe o “fumante passivo”.
E para acabar de vez com essa discussão e desvendar se existe sim o “fumante passivo”, foi criado pela agência Fischer+Fala! um projeto chamado “A Planta Que Fuma”, que é um hotsite onde 2 girassóis idênticos foram colocados em cápsulas de vidro diferentes, com ventilação e recebendo água diariamente. Porém, uma delas fumou passivamente 1 maço de cigarros por dia, durante 1 semana. A planta isenta da fumaça do cigarro continua intacta, já a outra, após consumir 97 cigarros, morreu.
O escafandro e a borboleta é uma produção cinematográfica francesa daquelas que, talvez, ficará na cabeça do expectador por um bom tempo.
Editor da revista Elle francesa, Bauby sofreu um derrame cerebral e perdeu sua locomoção. Tirava seu sustento do mundo das aparências e de uma hora para outra seu corpo se tornou um constrangimento. Dentro desse "escafandro", Bauby raciocinava normalmente, mas precisou aprender a se comunicar com o mundo de forma restrita. Mais exatamente, com o olho esquerdo. Piscar uma vez é "sim", duas vezes é "não".
A história real de Jean-Dominic Bauby é diferente de outras tragédias por seu modelo de superação. Ele chegou a ditar um livro inteiro - as suas memórias, que dão nome ao filme - só de piscar.
Com uma montagem impecável, a edição final do filme seria impossível sem suas cenas minuciosamente planejadas. O que se destaca no estilo do diretor é sua inteligência e criatividade na hora de criar soluções, que em sua maioria funcionam de forma simples e muito eficaz.
Assisti ontem um documentário sobre a história da família Dassler, onde o rompimento da sociedade entre dois irmãos se tornou uma das maiores guerras de marcas do mundo.
Rudolf e Adolf Dassler, criadores da Puma e Adidas.
Adolf e Rudolph:
Em 1924, na cidade da Bavária chamada Herzogenaurach, dois irmão começaram a fabricar calçados. O mais velho, Rudolf, veterano da primeira grande guerra e o mais novo, Adolf (ou Adi, como a família o costumava chamar) usavam a grande lavanderia de sua casa para fazerem seus calçados com qualquer material que podiam encontrar.
Adi Dassler na Fábrica:
Nomearam a empresa Gebruder Dassler Schulfabrik. Em 1927 eles possuíam 25 empregados e produziam 100 pares de calçados por dia.
No início dos anos 30, a Dassler começou a desenhar calçados espedíficos para esportes. Os atletas holandeses usaram calçados Dassler nas Olímpiadas de 1928 e as vendas decolaram.
Nas Olímpiadas de Berlin, o herói americano Jesse Owens ganhou quatro medalhas de ouro calçando Dassler. Durante os Jogos, cada membro da equipe de futebol alemã calçava chuteiras Dassler.
A segunda guerra explodiu e a fábrica foi dominada pelos Nazistas. Rudolf foi convocado para o exército e Adi tomou conta dos negócios produzindo botas para os soldados. Rudolf acabou sendo capturado pelas forças aliadas e após a guerra ambos voltaram com opniões totalmente diferentes, desde política e o futuro dos negócios até sobre mulheres. Se recusaram a trabalhar juntos desde então.
Rudolf se mudou para o outro lado da cidade, do outro lado do rio, para abrir sua própria marca e a nomeou Puma. Naquele mesmo ano ele lançou a ATOM, sua primeira chuteira de futebol. A seleção da Alemanhã Ocidental as calçou no seu primeiro jogo no pós-guerra. Herbert Burdenski marcou o primeiro gol da equipe usando as Puma ATOM.
Puma ATOM:
Adolph Dassler nomeou sua marca de Adidas (acrônimo da união entre o apelido, Adi, e o sobrenome, Dassler) e desenvolveu as 3-listras que dava suporte do calçado em 1941 e após a separação tratou de registrá-lo como sua marca oficial. Nas Olimpíadas de Helsinki de 1952, os calçados da Adidas reinaram: o corredor tcheco Emil Zatopek ganhou 3 ouros usando Adidas. Sua mulher Dana Ingrova também faturou um ouro calçando Adidas. A
Os irmãos nunca fizeram as pazes ou se falaram novamente. Até a cidade de Herzogenaurach foi dividida no meio. Adidas e Puma eram as maiores empregadoras lá e todos eram fiéis a um irmão ou ao outro.
Rudi faleceu de cancer nos pulmões em 1974, deixando a Puma para seu filho. A família vendeu a companhia em 1989. Adi faleceu em 1978 e seu filho tocou a Adidas até sua morte em 1987. Até no cemitério de Herzogenaurach, seus túmulos estão o mais longe um do outro possível.
Eles morreram e não puderam ver o maior confronto entre as duas marcas, que aconteceu na final da Copa do Mundo de 2006. Itália (puma) x França (adidas). A Puma, que jamais tinha ido a uma final de copa do mundo, nessa levou a melhor.
A história completavocê lê aqui