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George Mendes é graduado em publicidade e propaganda pela faculdade Ceut. Louco por comunicação, são-paulino fanático e apaixonado por música. Trabalha com design gráfico, webdesign, edição de vídeos, eventos e outras coisas mais!
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Publicado por George Mendes
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17/06/2008 - 23h21 |
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Ter sua marca como sinônimo de um produto é o desejo de toda empresa. A tafera é difícil, mas não impossível. Vejamos abaixo, algumas marcas que conseguiram esse status.
Baygon - inseticidas
Gillette - lâmina de barbear
BomBril - pallha de aço
Guaraná - refrigerante (aqui em Pernambuco)
Maizena - amido de milho
Teflon - revestimento anti-aderente
Leite Moça - leite condensado
Modess - absormente íntimo feminino
Leite de Rosas - para aqueles desodorantes brancos
Catupiry - requeijão usado em pizzas
Pinho sol - desinfetante
Durex - fita auto-colante (em Portugal Durex é preservativo - camisinha - e também trata-se de uma marca de fabricante)
Xerox - fotocópia
Danone - iogurte
OMO - sabão em pó
Nescau - achocolatado em pó
Brahma - cerveja
Bic - caneta
Aspirina - Comprimido para dor de cabeça
Barbie - boneca
Nescafé - café solúvel
Ray-Ban - óculos escuros
Band-aid - curativo pronto para uso
Cotonetes - hastes de algodão
Super Bonder - cola-tudo
Caloi - bicicleta
Batata Chips - batata ondulada
Havaianas - sandálias
Zorba - cueca
Lambretta - moto pequena
Kolynos - creme dental (Kolynos foi extinta em 97 e
somente em 2003 perdeu a liderança para sua substituta Sorriso nas
pesquisas Top Of Mind)
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Publicado por George Mendes
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11/06/2008 - 18h27 |
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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta terça-feira (10)
manter sem regulamentação específica a propaganda eleitoral pela
internet. Por quatro votos a dois, os ministros do tribunal não
reconheceram consulta que questionava se serão permitidas campanhas em
blogs, links patrocinados e redes sociais, como Orkut e MySpace.
Em portaria divulgada em 29 de maio, o TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) autoriza a utilização de blogs e redes sociais pelos candidatos em suas campanhas. A decisão também amplia o conceito de páginas dos candidatos estipulado pela resolução do TSE. Segundo o tribunal fluminense, as páginas institucionais dos candidatos não precisam necessariamente ter a terminação "can.br".
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Publicado por George Mendes
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07/06/2008 - 11h25 |
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Havaianas é um dos casos de sucesso mais comentados no mundo dos
negócios. Fala-se da propaganda com celebridades, da mudança de
posicionamento da marca e do aumento do portfólio. Mas se o chinelo de
borracha é hoje o mais celebrado no mundo, deve isso a uma mudança
profunda no Mix de Marketing da marca que superou a sua categoria e
virou artigo de moda.
“As legítimas” começaram a ser
fabricadas em 1962 pela Alpargatas. “Foi uma marca lançada para a
classe média que, com o passar do tempo, todo mundo passou a usar e o
resultado é que ela acabou se popularizando demais”, conta Rui Porto, Diretor de Mídia e Comunicação das Havaianas em entrevista ao
Mundo do Marketing.
Este era o problema. A massificação do
produto, por incrível que possa parecer, levou a rentabilidade aos
menores níveis nos anos 1980 e o enquadrou na categoria de commodity.
Com a fabricação de um único modelo, a operação corria riscos e não
seria apenas mudanças na comunicação que alteraria este cenário. A
estratégia da Alpargatas para Havaianas foi provocar uma mudança
drástica no mix de marketing. “Mexemos em todos os compostos de
marketing”, afirma Porto.
O marco Top
De
acordo com o novo posicionamento posto em prática em 1994, o primeiro
passo foi criar outros modelos do chinelo. A estréia foi com a linha
Havianas Top que, com novas cores e formatos diferenciados, criaram uma
segmentação do produto. Em seguida, a distribuição também passou a ser
focada em nichos de mercado. Cada ponto de venda recebia um modelo
diferente, de acordo com seu target.
Outra mudança foi na
exposição do produto no ponto de venda. Ao invés das grandes cestas com
os pares misturados, criou-se um display para valorizar o produto e
facilitar escolha e, claro, impulsionar as vendas. “Sabíamos que a
questão do PDV era muito importante”, informa Rui Porto. “Era querer
demais que o consumidor mergulhasse dentro de uma cesta para achar o
produto”, ressalta.
Agora sim, com o produto certo para as
pessoas certas, muda-se a comunicação. Deixa-se de falar sobre o
produto (as tiras não soltam e não tem cheiro), para destacar o usuário
e suas atitudes. Entre as estratégias está o patrocínio de eventos de
moda e o trabalho de assessoria de imprensa e RP junto aos formadores
de opinião e a imprensa. Nos anúncios para TV, jornais e revistas, as
campanhas mostravam o espírito de boas coisas brasileiras com artistas
famosos colocando o pé à mostra com suas Havaianas Top. Com cenas
irreverentes, os comerciais fizeram com que a marca fosse querida pelas
pessoas.
Marca global
O
resultado, em 12 anos, é que Havaianas virou artigo de moda e a marca
se colocou do lado de grandes empresas internacionais como Channel,
que, aliás, vende pares de sua marca junto com a de Havaianas numa ação
de co-brand. Só em 2006, 160 milhões de pares foram vendidos, dos quais
10% foram para mais de 80 países espalhados pelo mundo. E se antes era
apenas um modelo que ia no pé de todo mundo, hoje são 80, dos quais
metade são destinados ao exterior.
O que mantém a áurea de um
simples chinelo vivo é o fato de ter se transformado em marca.
“Havaianas está ligado ao estilo da moda e como hoje ela é uma marca,
como Channel, estará sempre na moda”, informa Rui Porto, que vê seu
produto vendido desde a farmácia da esquina até às lojas mais
requintadas de Paris e Nova York.
“Muita gente quer uma
fórmula mágica do sucesso, mas não existe. Não foi do dia para a noite
que tudo aconteceu. Começou em 94 e demorou três anos para decolar -
foi um processo”, elucida o diretor. “E isso só foi possível graças ao
comprometimento com a mudança, com investimento em pesquisa sobre o
consumidor e comunicação”, garante Rui Porto ao site.
FONTE: Mundo do Marketing
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Publicado por George Mendes
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27/05/2008 - 09h24 |
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Finalmente este ano consegui apreciar um pouco do tão badalado e comentado festival da terra das opalas. Estive em Pedro II no último sábado para ver de perto o festival que tanto chama atenção em todo Piauí e até mesmo fora dele.
Todas as pessoas a quem eu perguntava sobre o evento a resposta sempre era positiva. E então decidi que este ano ele não me escapava. Vi muito pouco do que o festival ofereceu, mas como bom observador, creio que dá pra escrever algumas linhas sobre o evento.
O Festival de Pedro II dá uma aula de marketing a qualquer evento do estado. Ele consegue despertar nas pessoas o desejo de estar presente no evento mesmo não gostando do que ele tem a oferecer. O posicionamento do evento diante do consumidor é algo fantástico. No Festival não estava se vendendo apenas uma boa música, gastronomia, ecoturismo etc. Estava se vendendo acima de tudo, status. As mais diversas autoridades juntamente com a alta sociedade piauiense marcaram presença no evento. Isso sem contar com os inúmeros papagaios de pirata (gente que só quer aparecer) que apareceram de todo canto. Claro que havia aqueles apreciadores de uma boa música.
 A potência que é o evento pode se perceber na própria propaganda, onde vemos a assinatura da marca Brasil. Não aquela de "um país de todos." E sim uma especialmente feita para divulgar o Brasil internacionalmente. Resumindo, é uma marca pra gringo ver. E ela estava lá, no festival de inverno de Pedro II.
A noite que passei em Pedro II me pareceu estar a quilômetros do Piauí. Todo aquele requinte, vinhos sobre as mesas, pessoas com roupas de frio etc. Tudo ali parecia distante da realidade do piauiense. Uma boa fuga. Achei até muito engraçado esta questão das vestimentas. Acho que muita gente foi pra Pedro II só para poder usar aquela roupa de frio que estava no armário há anos. Eu detesto frio, e afirmo, lá fez uma temperatura normalíssima. Passe uma madrugada ali no morro da Ana, mais precisamente no The Best, e você vai ver que é a mesma coisa.
Infelizmente não posso falar do Ecoturismo que a região oferece, nem da musicalidade do evento. Como disse antes, vi muito pouco. O show que eu mais queria ver, da Leila Pinheiro, acabei perdendo. Saindo da praça, fui conhecer o tão falado mirante do gritador. Lá em cima, muita música e gente bonita. O lugar é algo indescritível. Fantástico mesmo. Ver o sol nascer daquela altura é uma experiência que todos devem e merecem passar.
O festival de Inverno de Pedro II tem muito a ensinar a nós piripirienses. A idéia do Portal do Forró, por exemplo, é grandiosa, mas precisa do charme e simpatia do festival da terra das opalas. Enquanto vier Felipões, Solteirões, e suas adjacências, o evento será apenas mais uma festa em meio a tantas outras iguais. A presença de um Alceu Valença, uma Elba Ramalho ou um Dominguinhos, com certeza faria com que o evento se sobressaísse diante das inúmeras festas juninas que aportam nesse período.
No mais, estou indo embora, baby. Inté a próxima!
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Publicado por George Mendes
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20/05/2008 - 20h38 |
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As propagandas de oportunidade já circulam nos meios de comunicação já faz muito tempo. Eventos como Copa do Mundo, Olimpíadas, Folguedos são um prato cheio para anunciantes e publicitários. De uns tempos pra cá, também estão se fortalecendo os anúncios de oportunidade acerca de assuntos notórios, que tiveram grande impacto nacional. O caso Ronaldo, que abrangeu creio que grande parte do Brasil, virou anúncio da esponja de aço Bombril. Uma peça bem criativa e oportuna que alerta o consumidor a não trocar gato por lebre. A campanha é assinada pela W/Brasil e encenada pelo consagrado Carlos Moreno.
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Publicado por George Mendes
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19/05/2008 - 18h09 |
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Muito criativo o site Logólogos que supostamente tenta decifrar diversas logomarcas globais. Abaixo seguem alguns exemplos:
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Publicado por George Mendes
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18/05/2008 - 20h13 |
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Nano UV Disinfection Scanner, da Zadro, informa que consegue retirar 99,99% dos germes (bactérias e vírus) em quase todas superfícies utilizando luz de UV.Esta luz mata em poucos segundos até 99,99% de bactérias e vírus infecciosos em todos os tipos de superfícies.
Uma rápida varredura de 10 segundos é tudo que o Nano Uv precisa para destruir, salmonela, E. coli, vírus e mais gripe ,em teclados, mouses, telefones, maçanetas, contadores, canetas - até mesmo um piano!
Longa duração, 4000 horas de lâmpada ultravioleta fornece um tempo de vida útil longo.
Preço: USD$79,95
Via 3D Trupe
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Publicado por George Mendes
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18/05/2008 - 20h04 |
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Chega ao mercado, com a intenção de revolucionar a indústria tabagista, o primeiro cigarro eletrônico do mundo. O Gamucci Micro Electronic Cigarette, como é chamado, possui um único ingrediente - a nicotina - ao contrário do tradicional cigarro, que possui mais de 4000 produtos químicos.
O cigarro eletrônico, que funciona à base de bateria recarregável, possui aparência semelhante ao cigarro, com uma ponta vermelha e brilhante e vapores de nicotina líquida pura. Os fumantes podem inalar os vapores, sem levar ao organismo as substâncias nocivas à saúde.
Os fabricantes apostam na aprovação geral, já que tentam liberar seu uso em ambientes públicos, como restaurantes e boates, alegando que o cigarro eletrônico não produz fumaça e não causa câncer de pulmão, a exemplo do que ocorre com o cigarro tradicional.
Segundo informações do Daily Mail, o cigarrinho hi-tech, utiliza pequenos cartuchos que precisam ser preenchidos com uma substância líquida. Existem três tipos de cartuchos, "baixo", que contém seis miligramas de nicotina, "médio" que tem 11mg, e "elevado", que contém 16mg. Uma minúscula câmara no interior do cigarro aquece o líquido quando o usuário traga, produzindo uma fumacinha não tóxica.
O Gamucci está à venda por £ 49,95. O kit inclui dois cigarros, cinco cartuchos de teor elevado e um carregador elétrico.
Os fabricantes avisam que, embora não seja menos nocivo à saúde, sua venda só é permitida para maiores de 18 anos e não é apropriado para mulheres grávidas ou que estejam amamentando.
UPDATE: O cigarro não está a venda no Brasil, e todas as informações que sei sobre o produto já estão contidas neste post.
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Publicado por George Mendes
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13/05/2008 - 21h13 |
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Depois de um tempo afastado aqui da coluna, prometo a partir de agora manter este espaço atualizado. Nos últimos dias malhei um pouco na construção do novo Nopi. Como todos podem ver, mudou tudo. Novo conceito, nova logomarca e novo layout, agora com um design mais limpo e ao mesmo tempo arrojado. Agradeço em nome dos que fazem parte desta família o apoio de todos que de forma direta e indireta contribuíram para o fortalecimento do portal. O primeiro ano passou, e agora nos resta esperar e fazer acontecer nos outros que virão. Desejo boas vindas aos novos integrantes e colunistas, espero que sintam-se em casa no maior meio de comunicação online de Piripiri. Que venham mais desafios, ideais e lutas!
Até a próxima!
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