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Em 30.08. 1883, o santo italiano, São João Bosco, teve um sonho profético sobre a futura capital do Brasil:
“Entre os graus 15 e 20, existia um seio de terra bastante largo e longo, que partia de um ponto onde se formava um lago. E então uma voz me disse, repetidamente: ‘Quando vierem escavar os minerais ocultos no meio destes montes, surgirá aqui a Terra da Promissão, fluente de leite e mel. Será uma riqueza inconcebível’.”
No mesmo ano, o patriarca da Independência, José Bonifácio de Andrada e Silva, apresentou um projeto para mudança da capital federal e sugere o nome de Brasília para a nova cidade. Em 1892 houve a demarcação de uma área de 14.400 km2, experiência conhecida como “Quadrilátero Cruls”.
Passaram-se os anos... Já em 1922 numa nova tentativa de mudança chega a ser colocada a pedra fundamental próximo à cidade de Planaltina, no contorno do atual Distrito Federal, mas somente em 1955, Juscelino Kubitschek, num comício na cidade goiana de Jataí, assume o compromisso de mudança. Foi definitivo. Escolhido o local onde ficava o sítio Castanho.
JK era um predestinado, em 21.04.1960, Brasília é inaugurada, poderes instalados, a cúpula federal transferida do Rio de Janeiro.
A epopeia de Brasília trouxe pessoas de várias partes do Brasil e do mundo, os chamados “candangos”, somaram a sua força de trabalho para edificação da “Cidade do Terceiro Milênio”. Lúcio Costa e Oscar Niemeyer deram-lhe as figuras e formas. O Plano Piloto idealizado por Lúcio Costa tem a forma de asas de avião.
Brasília é declarada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade em 1987.
A princípio o governador do DF era nomeado pelo presidente da República. Áureos tempos! Somente a partir de 1990 elegeram-se o primeiro governador e deputados distritais.
Como sede da federação recebe representações diplomáticas de todo o mundo e parlamentares dos Estados brasileiros. O contingente político nascido na cidade é minoria nos cargos eletivos.
É injusto e discriminatório apontar o DF como “Ilha da Fantasia”. A cidade é formada por uma população trabalhadora, cumpridora dos seus deveres. Não é o povo de Brasília que é dado a escândalos, esses se dão na cidade tendo como partícipes pessoas oriundas de outros pontos da federação. Os chamados “Mensalão do PT”, “Sanguessugas”, “Anões do Orçamento” outras falcatruas e o próprio “Mensalâo do DEM”, não são obras de brasilienses. Essa campanha que se abate sobre Brasília é orquestrada para confundir e esconder a responsabilidade que não é do DF, os envolvidos são oriundos de outras cidades brasileiras.
Sou piauiense com muito orgulho, mas resido, estudei e trabalhei aqui, os meus filhos e netos são filhos de Brasília. Fico incomodada com as pedradas e rebato com as palavras do doce nazareno:
“AQUELES QUE NÃO TÊM PECADOS QUE ATIREM A PRIMEIRA PEDRA”.
Fonte: Pesquisa Google.

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